quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Redutores de velocidade "quebram pernas" de speedeiros no Moda Center!

Redutores de velocidade comprometeram os treinos dos speedeiros no MC.
       A recente instalação de redutores de velocidade (tachos em linha) nas vias do condomínio Moda Center Santa Cruz comprometeu drasticamente as atividades dos adeptos do ciclismo de estrada (Speed) no circuito conhecido como "Criterium Moda Center" ou "Circuito Moda Center"! O circuito compreende a área frontal do Moda Center e trecho da PE160 da entrada do condomínio até o retorno próximo ao posto do Maninho totalizando 2.040 m.

Em tempos de busca por soluções sustentáveis para o planeta onde empresas, cidades, etc., adotam ciclovias e incentivos a prática de esportes não poluentes como o ciclismo, em Santa Cruz do Capibaribe absolutamente não existe incentivo qualquer ao ciclismo como um todo!

A maioria dos ciclistas trabalham durante o dia e só dispõem de tempo para pedalar a noite, entretanto, a cidade encontra-se escassa de locais para a prática do ciclismo. Estamos estudando a possibilidade de criar outros circuitos, mas, é uma tarefa difícil já que a cidade só tem 20% de ruas asfaltadas e 95% dos condutores de veículos dessa cidade não respeitam o ciclista.

Os speedeiros estão temporariamente pedalando na conhecida Rua do Pátio (Rua da Caixa) nas noites das terças, quartas e quintas-feiras. Assim que a iluminação voltar a funcionar no trecho da PE160 entre o Moda Center até o retorno próximo da igreja Universal, iremos concentrar as pedaladas nesse novo circuito.
Área do MC onde colocaram vários redutores de velocidade.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tour de France para leigos! Não entende a competição? Então leia aqui!

por  em  • 14:41

Classificação Geral – Camisa Amarela

O Tour de France é uma corrida por estágios que o vencedor é o ciclista que completar os 21 estágio com o menor tempo acumulado. Durante a competição, o líder na classificação geral fica vestido com a famosa Camisa Amarela, para que esse ciclista possa ser facilmente identificado pela imprensa.
A Camisa Amarela foi inventada em 1919 por Henri Desgrange. A camisa tem essa cor por ser a mesma cor das páginas do jornal L’Auto, que na época patrocinava e divulgava a competição.

Contagem de tempo quando os ciclistas chegam juntos

Quando um grupo de ciclistas cruza a linha de chegada, todos eles são registrados no tempo do primeiro ciclista do grupo que cruzou a linha. Isso vale para o pelotão todo. Quando temos uma chegada que vai para o sprint com o pelotão todo junto, todos os ciclistas ficam com o mesmo tempo.
Quedas nos últimos 3km
Durante as chegadas com pelotão compacto, o risco de quedas aumenta muito. Para poupar os ciclistas que venham a cair no finalzinho, se acontecer uma queda dentro dos últimos 3km, o ciclista que cair não tem prejuízo de tempo. O tempo dele será registrado como se ele tivesse terminado junto com o pelotão

Contra-Relógio

Os atletas largam individualmente e percorrem um percurso estipulado. Ganha quem fizer o percurso em menor tempo, por isso se chama de Contra-Relógio.
Os tempos individuais são somados na Classificação Geral (Disputa da Camisa Amarela). Por isso o Contra-Relógio é tão importante, ele pode definir o Tour de France.
As bikes de Contra-relógio são muito diferentes das bikes de estrada. O guidão é totalmente diferente, o ciclista se apóia no “clip”, para ficar em uma posição mais aerodinâmica que em uma bicicleta convencional. O quadro da bike também possui um formato bem mais aerodinâmico!

Camisa VerdeOutras Camisas 

Para deixar a competição mais interessante para os ciclistas, foram criadas algumas competições secundárias dentro do Tour de France. A primeira camisa alternativa a ser criada foi a Camisa Verde (Campeão por Pontos). Ela é dada para o ciclista que vence mais etapas e os sprints intermediários.
Como eu expliquei ali em cima, para a classificação geral, que é por tempo, vencer a etapa não faz diferença, uma vez que todos no pelotão ficam o mesmo tempo. Mas quem vence uma etapa ganha pontos e disputa a competição da Camisa Verde.
Camisa Branca com Bolinhas
Essa camisa foi criada em 1975 e é dada para o ciclista que está liderando a competição de pontos de montanha. Esse pontos são dados para os ciclistas que cruzam as montanhas mais difíceis na frente.
Camisa Branca
Essa camisa também foi criada em 1975 e é destinada para o melhor ciclista com até 25 anos. Funciona da mesma forma que a Camisa Amarela, por tempo, só que somente os ciclistas jovens participam.

Metas de montanha e volantes

Sprints intermediários
Metas volantes são “chegadas” intermediárias disputadas durante o percurso das etapas, que valem pontos para a Camisa Verde.
Sprints são os “S”s verdes. As de montanha são os números vermelhos
Metas de montanha
No topo das montanhas são colocadas as metas de montanha. Os que passarem primeiro pela meta ganham pontos para a disputa da Camisa Branca com bolinhas.
Categorização de montanhas

Como as montanhas são categorizadas?

Subidas são categorizadas de acordo com algumas regras internacionais. Mas a organização da prova pode alterar um pouco essa classificação, veja como são categorizadas as subidas do Tour.
  • Categoria 4: E a mais fácil, geralmente tem menos de 2km de extensão e por volta de 5% de inclinação. Ou com até 5km, com inclinação de 2 a 3 %;
  • Categoria 3: Pode ter menos de 2km, mas com uma inclinação forte, aproximadamente 10%, ou com até 6km, com inclinação menor que 5%;
  • Categoria 2: Pode ter 5 km, com inclinação média de 8%, ou com até 15km, com 4% de inclinação;
  • Categoria 1: É a categoria mais difícil, pode ter de 8km, com média de 8%, ou até 20km, com inclinação média de 5%;
  • Hors Catégorie (sem categoria): São montanhas extremamente longas e inclinadas, por exemplo, subidas com 10km e média de 7,5%, ou 25km com média de 6%.
Cálculo do percentual de subida
A inclinação das subidas no ciclismo, sempre são categorizadas de acordo com seu percentual de inclinação. Para chegar nesse percentual, é feita uma divisão entre o ganho de altitude e a distância percorrida. Por exemplo, se você passou por uma subida de 1km e você subiu 10 metros de altura, qual é o percentual dessa subida? É só dividir! 10 metros / 1000 metros = 0,01 ou 1%.  Bem simples!

Fugas

Muitas vezes durante a competição, vemos um grupo de ciclistas destacados do pelotão. Essa é a “Fuga”. Em todas as etapas, quase sempre existe uma fuga. Geralmente elas saem logo no começo da etapa com o consentimento do pelotão, que deixa para buscar a fuga mais para o final da etapa.
Existe uma conta que geralmente é utilizada para saber se o pelotão vai conseguir buscar, ou não, a fuga. É o seguinte: O pelotão gasta em média 10km para tirar um minuto de vantagem. Por exemplo: A fuga está com 5 minutos de vantagem e falta 50km para acabar a prova. Nesse caso, geralmente a fuga é neutralizada.
Mas se tivermos os mesmo 5 minutos de vantagem, faltando 30km, já fica bem mais difícil. Essa regra funciona para etapas planas ou que não tenham montanhas no final. As etapas de montanha são imprevisíveis.

Trabalho de Equipes

O ciclismo é um esporte individual, mas nenhum ciclista vence nada sem o trabalho de sua equipe. As equipes contam com nove ciclistas que trabalham em prol de seu capitão.

Os chamados de gregários, que são os ciclistas que “trabalham” para o capitão, buscam as fuga, neutralizam ataques, protegem seu líder, colocam um ritmo forte em uma subida, enfim… Fazem o que precisa ser feito.
Escalera
Uma escalera é formada quando ciclistas revezam a frente do pelotão para manterem um ritmo forte sem se desgastarem tanto. Existem escaleras simples e duplas. Na simples se forma um fila indiana, um ciclista puxa por alguns segundos ou minutos e sai da frente para que outro puxe, geralmente utilizada em chegadas e perseguições muito fortes. Na escalera dupla, os ciclistas formam uma fila dupla onde uma das filas anda mais rápido que a outra, quando o ciclista chega na frente da fila ele imediatamente passa para a outra e desacelera, assim revezando a frente. Geralmente utilizada para manter ritmos fortes em estradas longas e planas.
Em casos de vento lateral, a escalera fica na diagonal, uma vez que o vácuo não fica exatamente atrás do ciclista, mas na diagonal contrária a direção do vento (Foto acima).

O que é um gruppetto?

É um grupo de ciclistas que se forma atrás do pelotão (sobrados), geralmente em estágios de montanha. Eles andam no ritmo suficiente para se manter dentro do tempo de corte do estágio (geralmente 20% a mais do que o tempo do líder). O gruppetto (italiano para “pequeno grupo”) é geralmente formado por ciclistas machucado, doentes ou sprinters que não conseguem subir bem as montanhas.
Fonte: http://www.praquempedala.com.br/blog

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Bolão de Ciclismo em Caruaru - Resultados parciais!

Largada Elite
Destaque para Jubinha e Mamola que venceram com uma fuga fenomenal que a cada volta ficava mais distante do grupo perseguidor!
Cat. Elite:
1º Mamola
2º Jubinha
3º Kuêm
4º Edilsom
5º Mineiro

O veterano Mamola e a promessa Jubinha administraram a fuga vencedora.
Vídeo do sprint final da cat. Elite:

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Bolão de Ciclismo no autódromo de Caruaru!

   
        Caruaru está ganhando muitos praticantes no ciclismo e o nível está aumentando...
Em Santa Cruz do Capibaribe está surgindo uma boa gama de praticantes no ciclismo...
Volta da França a todo vapor inspirando ciclistas no mundo todo...
Confrontos regionais serão inevitáveis!

Você que pratica ciclismo na região agreste, reuna sua turma, sua equipe, sua família, planeje sua tática, sua estratégia, seus gregários, seus embaladores, revise a bicicleta, recarregue seu smartphone com gps, recarregue seu garmin, prepare o "nescau" e venha participar de um dos vários duelos de gigantes do ciclismo do agreste Pernambucano próximo domingo!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Volta de Pernambuco - Argentino vence última etapa e Rodrigo do Nascimento é o campeão geral

Sétima e última etapa foi decidida no sprint final com vitória do argentino Francisco Chamorro
Rodrigo do Nascimento foi o grande campeão do 1º Tour de Pernambuco 


A primeira edição do Tour de Pernambuco foi um grande sucesso. Durante sete dias de muita disputa os ciclistas pedalaram pelas principais cidades do estado de Pernambuco finalizando o trajeto na capital Recife, com a disputa da sétima e última etapa. A prova foi decidida no sprint final e quem levou a melhor foi o argentino Francisco Chamorro que conquistou a sua segunda vitória na competição.

O percurso de 73,5 quilômetros entre as cidades de Cabo e Recife foram percorridos em 2h04min44. A diferença entre os primeiros colocados foi mínima e Francisco Chamorro, que defende a equipe Real Cycling Team, comemorou pela segunda vez uma vitória no Tour de Pernambuco, após ter vencido também a quinta etapa da competição. Cristian Egídio (São Francisco Saúde/Powerade/Ribeirão Preto) foi o segundo e Fabiele Mota (FW Engenharia) completou o pódio na terceira colocação.

Na classificação geral Rodrigo do Nascimento, da equipe Avaí F.C/FME Florianópolis/APGF, foi o grande campeão da primeira edição do Tour de Pernambuco. O ciclista conquistou a primeira posição ainda na segunda etapa e conseguiu administrar muito bem a liderança, finalizando a última etapa com 08 segundos de diferença para o segundo colocado, Cristian Egídio (São Francisco Saúde/Powerade/Ribeirão Preto).

O Tour de Pernambuco/Volta Ciclística de Pernambuco aconteceu entre os dias 28 de maio e 03 de junho. No total os ciclistas pedalaram por 530 quilômetros entre as cidades de Caruaru, Pesqueira, Garanhuns, Limoeiro, João Alfredo, Cabo de Santo Agostinho e Recife, além de passar por mais de 20 (vinte) municípios durante seu trajeto. A organização foi da Federação Pernambucana de Ciclismo (FPC) com supervisão da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC).

Classificação da sétima etapa:

1º - Francisco Chamorro (Real Cycling Team) - 2h04min44
2º - Cristian Egídio (São Francisco Saúde/Powerade/Ribeirão Preto) – Mt.
3º - Fabiele Mota (FW Engenharia) –  Mt.
4º - Gustavo Erivan (VELO/SEME Rio Claro) – Mt.
5º - Joel Candido Junior (São Caetano/Vzan/DKS/Maxxis/Calypso) – Mt.

Classificação geral final:

1º - Rodrigo do Nascimento (Avaí F.C/FME Florianópolis/APGF) - 14h16min35
2º - Cristian Egídio (São Francisco Saúde/Powerade/Ribeirão Preto) –  a 08s
3º - Patrick Oyakaua (São Caetano/Vzan/DKS/Maxxis/Calypso) – a 19s
4º - Joel Candido Prado (São Caetano/Vzan/DKS/Maxxis/Calypso) – a 19s
5º - Walter Miguel Ribeiro (Real Cycling Team) – a 35s

 Classificação geral de montanha:

1º - Alan Maniezzo (Real Cycling Team) – 14 Pts.
2º - Felipe Cristiano Marques (FW Engenharia) – 9 Pts.
3º - Joel Candido Junior (São Caetano/Vzan/DKS/Maxxis/Calypso) – 7 Pts.

Classificação geral de meta volante:

1º - Fabiele Mota (FW Engenharia) –  23 Pts.
2º - Francisco Chamorro (Real Cycling Team) –  22 Pts.
3º - Joel Candido Junior (São Caetano/Vzan/DKS/Maxxis/Calypso) –  21 Pts.

Classificação geral por equipes:

1º - São Caetano/Vzan/DKS/Maxxis/Calypso –  42h52min27
2º - Real Cycling Team –  a 1min42
3º - FW Engenharia –  a 3min54

Fonte: CBC

domingo, 3 de junho de 2012

Volta de Pernambuco - Imagens

David e Júlio (equipe Pernambucana) na largada da terceira etapa em Pesqueira

Os líderes com autoridades na largada da terceira etapa (Pesqueira a Garanhuns)




Chegada muito disputada da terceira etapa em Garanhuns

Seleção Paraibana se preparando para a quarta etapa

Largada da quarta etapa (Garanhuns a Caruaru)

Chegada da quarta etapa em Caruaru vencida pelo ciclista Isaac Tomborelli
Pódium da quarta etapa com presença do presidente da CBC Sr. José Luiz Vasconcellos "na quarta colocação"!
Em breve mais imagens...
Imagens por: Paulo Oliveira

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