quarta-feira, 20 de março de 2013

5ª PROVA TV ATALAIA DE CICLISMO - SUCESSO COMPLETO!


Prova em homenagem ao aniversário de Aracaju recebe ciclistas de todo o Brasil

No auge dos seus 158 anos de fundação, a cidade de Aracaju, capital de Sergipe, recebeu em sua homenagem a visita de 180 ciclistas de várias regiões do País, em 17 de março, às 8h, para celebrar com muita velocidade e adrenalina o orgulho da cidade referência em qualidade de vida.

"A quinta edição da Prova TV Atalaia de Ciclismo é um presente oferecido aos sergipanos", disse Wagner Faccion, presidente da Federação Sergipana de Ciclismo, FSC. "A prova é a mais esperada do ano, pois reúne atletas de vários estados e permite aos ciclistas daqui prepararem-se para as copas Nordeste e Norte-Nordeste", concluiu o gestor.

"A 5ª Prova TV Atalaia de Ciclismo firma-se anualmente como uma referência, surpreendendo e enaltecendo o sofrido ciclismo da região Nordeste, provando que com o apoio da iniciativa privada e do poder público é possível realizar uma corrida venturosa, saudável e proveitosa. Os votos de parabéns a Aracaju foram feitos em alto nível e qualidade", assegurou Silvio Pedral, tesoureiro da FSC.



Antes da competição, no sábado à noite, 16, às 18h, foi realizado no auditório da Federação Sergipana de Futebol o Congresso Técnico para tratar de regulamentos e detalhes entre dirigentes da FSC, CBC e atletas. Ocasião para os interessados dirimirem suas dúvidas eventuais sobre percurso, regras, além de ser um ótimo momento para bate-papo e encontro entre os estradeiros. 

O circuito de quase três quilômetros, montado na Avenida Paulo Barreto, em frente ao Parque da Sementeira, foi novamente o palco da festa dos ciclistas, cuja força empreendida nos pedais mudou o cenário típico da região, dominado pelos carros. "Um percurso plano, com dia nublado, num dia de paz e saudação à data maior de Aracaju", disse Gilvan Costa, ex-presidente da FSC, atualmente vice-presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo, CBC. 

"Com a supervisão da entidade máxima do ciclismo brasileiro, com arbitragem e equipamentos de última geração, os resultados são precisos e rápidos", disse Jairo Vieira, diretor de Arbitragem da FSC. 




Com quase 50 minutos de prova, média de velocidade de 41,7 km/h, a categoria Elite chegou abaixo de chuva e mostrou sua soberania, apesar de ter sido composta por 26 atletas. A equipe FW Engenharia/Amazonas Bike/Aços Mil, proveniente do Rio de Janeiro, contando com três ciclistas, dominou parte da prova, com fugas impressionantes, apesar da reação dos demais atletas. A equipe carioca venceu com dobradinha dos irmãos Fabiano e Fabiele Mota. 

Em um honroso terceiro lugar, ficou Uéslei Souza, o Will "bala", atual campeão sergipano de ciclismo, seguido por Emerson da Silva, integrante da equipe vencedora, seguido do sergipano Andrei Costa Dorea. 




A Master A foi vencida por Jean Pereira, de Tocantins, seguido do sergipano Hugo Lessa, Davi Monteiro (Santa Cruz do Capibaribe-PE), Marcos Rodrigues (MT) e José Edson (AL). A Master B teve o sergipano Pedro Silva em primeiro lugar, seguido de Alexsandro dos Santos (BA), Leone Silva (BA), José Luis (BA) e Ronaldo Monteiro (SE). Ernando da Costa (PE) venceu a Master C, seguido de Valmiro da Paixão (BA), José Adalberto (SE), Edinei Bispo (BA) e Antonio Roque (BA). As crianças da categoria Infanto-Juvenil também subiram ao pódio com Ruan Sant'ana (SP), Igor Molina (SP), Izaias Sando (PE) e Edmerks Dario (PE). Ronei de Jesus (BA) venceu a Júnior-Open, seguido de Ivan Arrais (BA), Victor Fernandes (SE), Alex Pedro (SE) e Erick Cruz (SE). A categoria mais charmosa do circuito teve a sergipana Viviane Lourenço, atualmente contratada na equipe paulista Suzano/DSW Automotive/Ciclo Mania, vencendo em primeiro lugar, seguida de Cristiane Doque (BA), Sandra Maria (SE), Lizandra Maiara (SE) e Ana Géssica (SE). 




Além de troféus e medalhas para todas as categorias, a premiação em dinheiro para a categoria Elite foi digna de seu esforço, com a oferta de R$2.000 ao primeiro lugar, R$1.000 ao segundo, R$700 ao terceiro, R$500 ao quarto e R$300 ao quinto. A categoria Master A faturou R$1.150, a Master B ficou R$800, a Master C embolsou R$500, A Open ganhou R$630 e a Feminino ficou com R$420. No total foram R$8.000 aos atletas, com ainda a vantagem de a prova ser classificada no nível 3 do Ranking Brasileiro, mesmo índice da Copa da República e pontuação superior ao da famosa Copa América de Ciclismo. 

A 5ª Prova TV Atalaia de Ciclismo contou jamais seria realizada sem o apoio do Sistema Atalaia de Comunicação, das Organizações Walter Franco, TV Atalaia, afiliada Rede Record, Prefeitura de Aracaju, através da SEMEL, Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (SEEL), Óticas Santana e Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe. 

A Federação Sergipana de Ciclismo agradece a todas as equipes e atletas participantes da 5ª Prova TV Atalaia de Ciclismo 2013.

Fonte: BikeSergipe

Galeria 01 de fotos do evento clique AQUI.
Créditos: José Marcelo Pereira.

Galeria 02 de fotos do evento clique AQUI.
Créditos: Lucas Simão - http://www.sergipesportes.com.br

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O inimigo número 1 do ciclismo mundial!

O dick vigarista do ciclismo voltou...
Depois de bastante tempo sem postar algo, estou de volta e não poderia deixar de citar o retorno do trapaceiro Lance Armstrong...
"Retorno" esse para confessar para uma famosa apresentadora de TV americana, um pouco do que a USADA tirou de baixo do tapete da nojeira que existe por trás do ciclismo.
Muita coisa já aconteceu depois que a USADA desmascarou o vigarista em 2012 e essa estratégia da confissão vai dar o que falar e talvez o caldo engrosse pra muita gente.

De qualquer forma se juntar Lance, UCI, Confederações, Federações, Organizadores de competições, Alguns ciclistas pro e amadores, etc., chegaremos à conclusão que o ciclismo deixou de ser ciclismo há muuiiito tempo.

Feliz 2013.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Redutores de velocidade "quebram pernas" de speedeiros no Moda Center!

Redutores de velocidade comprometeram os treinos dos speedeiros no MC.
       A recente instalação de redutores de velocidade (tachos em linha) nas vias do condomínio Moda Center Santa Cruz comprometeu drasticamente as atividades dos adeptos do ciclismo de estrada (Speed) no circuito conhecido como "Criterium Moda Center" ou "Circuito Moda Center"! O circuito compreende a área frontal do Moda Center e trecho da PE160 da entrada do condomínio até o retorno próximo ao posto do Maninho totalizando 2.040 m.

Em tempos de busca por soluções sustentáveis para o planeta onde empresas, cidades, etc., adotam ciclovias e incentivos a prática de esportes não poluentes como o ciclismo, em Santa Cruz do Capibaribe absolutamente não existe incentivo qualquer ao ciclismo como um todo!

A maioria dos ciclistas trabalham durante o dia e só dispõem de tempo para pedalar a noite, entretanto, a cidade encontra-se escassa de locais para a prática do ciclismo. Estamos estudando a possibilidade de criar outros circuitos, mas, é uma tarefa difícil já que a cidade só tem 20% de ruas asfaltadas e 95% dos condutores de veículos dessa cidade não respeitam o ciclista.

Os speedeiros estão temporariamente pedalando na conhecida Rua do Pátio (Rua da Caixa) nas noites das terças, quartas e quintas-feiras. Assim que a iluminação voltar a funcionar no trecho da PE160 entre o Moda Center até o retorno próximo da igreja Universal, iremos concentrar as pedaladas nesse novo circuito.
Área do MC onde colocaram vários redutores de velocidade.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tour de France para leigos! Não entende a competição? Então leia aqui!

por  em  • 14:41

Classificação Geral – Camisa Amarela

O Tour de France é uma corrida por estágios que o vencedor é o ciclista que completar os 21 estágio com o menor tempo acumulado. Durante a competição, o líder na classificação geral fica vestido com a famosa Camisa Amarela, para que esse ciclista possa ser facilmente identificado pela imprensa.
A Camisa Amarela foi inventada em 1919 por Henri Desgrange. A camisa tem essa cor por ser a mesma cor das páginas do jornal L’Auto, que na época patrocinava e divulgava a competição.

Contagem de tempo quando os ciclistas chegam juntos

Quando um grupo de ciclistas cruza a linha de chegada, todos eles são registrados no tempo do primeiro ciclista do grupo que cruzou a linha. Isso vale para o pelotão todo. Quando temos uma chegada que vai para o sprint com o pelotão todo junto, todos os ciclistas ficam com o mesmo tempo.
Quedas nos últimos 3km
Durante as chegadas com pelotão compacto, o risco de quedas aumenta muito. Para poupar os ciclistas que venham a cair no finalzinho, se acontecer uma queda dentro dos últimos 3km, o ciclista que cair não tem prejuízo de tempo. O tempo dele será registrado como se ele tivesse terminado junto com o pelotão

Contra-Relógio

Os atletas largam individualmente e percorrem um percurso estipulado. Ganha quem fizer o percurso em menor tempo, por isso se chama de Contra-Relógio.
Os tempos individuais são somados na Classificação Geral (Disputa da Camisa Amarela). Por isso o Contra-Relógio é tão importante, ele pode definir o Tour de France.
As bikes de Contra-relógio são muito diferentes das bikes de estrada. O guidão é totalmente diferente, o ciclista se apóia no “clip”, para ficar em uma posição mais aerodinâmica que em uma bicicleta convencional. O quadro da bike também possui um formato bem mais aerodinâmico!

Camisa VerdeOutras Camisas 

Para deixar a competição mais interessante para os ciclistas, foram criadas algumas competições secundárias dentro do Tour de France. A primeira camisa alternativa a ser criada foi a Camisa Verde (Campeão por Pontos). Ela é dada para o ciclista que vence mais etapas e os sprints intermediários.
Como eu expliquei ali em cima, para a classificação geral, que é por tempo, vencer a etapa não faz diferença, uma vez que todos no pelotão ficam o mesmo tempo. Mas quem vence uma etapa ganha pontos e disputa a competição da Camisa Verde.
Camisa Branca com Bolinhas
Essa camisa foi criada em 1975 e é dada para o ciclista que está liderando a competição de pontos de montanha. Esse pontos são dados para os ciclistas que cruzam as montanhas mais difíceis na frente.
Camisa Branca
Essa camisa também foi criada em 1975 e é destinada para o melhor ciclista com até 25 anos. Funciona da mesma forma que a Camisa Amarela, por tempo, só que somente os ciclistas jovens participam.

Metas de montanha e volantes

Sprints intermediários
Metas volantes são “chegadas” intermediárias disputadas durante o percurso das etapas, que valem pontos para a Camisa Verde.
Sprints são os “S”s verdes. As de montanha são os números vermelhos
Metas de montanha
No topo das montanhas são colocadas as metas de montanha. Os que passarem primeiro pela meta ganham pontos para a disputa da Camisa Branca com bolinhas.
Categorização de montanhas

Como as montanhas são categorizadas?

Subidas são categorizadas de acordo com algumas regras internacionais. Mas a organização da prova pode alterar um pouco essa classificação, veja como são categorizadas as subidas do Tour.
  • Categoria 4: E a mais fácil, geralmente tem menos de 2km de extensão e por volta de 5% de inclinação. Ou com até 5km, com inclinação de 2 a 3 %;
  • Categoria 3: Pode ter menos de 2km, mas com uma inclinação forte, aproximadamente 10%, ou com até 6km, com inclinação menor que 5%;
  • Categoria 2: Pode ter 5 km, com inclinação média de 8%, ou com até 15km, com 4% de inclinação;
  • Categoria 1: É a categoria mais difícil, pode ter de 8km, com média de 8%, ou até 20km, com inclinação média de 5%;
  • Hors Catégorie (sem categoria): São montanhas extremamente longas e inclinadas, por exemplo, subidas com 10km e média de 7,5%, ou 25km com média de 6%.
Cálculo do percentual de subida
A inclinação das subidas no ciclismo, sempre são categorizadas de acordo com seu percentual de inclinação. Para chegar nesse percentual, é feita uma divisão entre o ganho de altitude e a distância percorrida. Por exemplo, se você passou por uma subida de 1km e você subiu 10 metros de altura, qual é o percentual dessa subida? É só dividir! 10 metros / 1000 metros = 0,01 ou 1%.  Bem simples!

Fugas

Muitas vezes durante a competição, vemos um grupo de ciclistas destacados do pelotão. Essa é a “Fuga”. Em todas as etapas, quase sempre existe uma fuga. Geralmente elas saem logo no começo da etapa com o consentimento do pelotão, que deixa para buscar a fuga mais para o final da etapa.
Existe uma conta que geralmente é utilizada para saber se o pelotão vai conseguir buscar, ou não, a fuga. É o seguinte: O pelotão gasta em média 10km para tirar um minuto de vantagem. Por exemplo: A fuga está com 5 minutos de vantagem e falta 50km para acabar a prova. Nesse caso, geralmente a fuga é neutralizada.
Mas se tivermos os mesmo 5 minutos de vantagem, faltando 30km, já fica bem mais difícil. Essa regra funciona para etapas planas ou que não tenham montanhas no final. As etapas de montanha são imprevisíveis.

Trabalho de Equipes

O ciclismo é um esporte individual, mas nenhum ciclista vence nada sem o trabalho de sua equipe. As equipes contam com nove ciclistas que trabalham em prol de seu capitão.

Os chamados de gregários, que são os ciclistas que “trabalham” para o capitão, buscam as fuga, neutralizam ataques, protegem seu líder, colocam um ritmo forte em uma subida, enfim… Fazem o que precisa ser feito.
Escalera
Uma escalera é formada quando ciclistas revezam a frente do pelotão para manterem um ritmo forte sem se desgastarem tanto. Existem escaleras simples e duplas. Na simples se forma um fila indiana, um ciclista puxa por alguns segundos ou minutos e sai da frente para que outro puxe, geralmente utilizada em chegadas e perseguições muito fortes. Na escalera dupla, os ciclistas formam uma fila dupla onde uma das filas anda mais rápido que a outra, quando o ciclista chega na frente da fila ele imediatamente passa para a outra e desacelera, assim revezando a frente. Geralmente utilizada para manter ritmos fortes em estradas longas e planas.
Em casos de vento lateral, a escalera fica na diagonal, uma vez que o vácuo não fica exatamente atrás do ciclista, mas na diagonal contrária a direção do vento (Foto acima).

O que é um gruppetto?

É um grupo de ciclistas que se forma atrás do pelotão (sobrados), geralmente em estágios de montanha. Eles andam no ritmo suficiente para se manter dentro do tempo de corte do estágio (geralmente 20% a mais do que o tempo do líder). O gruppetto (italiano para “pequeno grupo”) é geralmente formado por ciclistas machucado, doentes ou sprinters que não conseguem subir bem as montanhas.
Fonte: http://www.praquempedala.com.br/blog

Contador Grátis